terça-feira, 14 de junho de 2011

Etnia Cigana


Para os ciganos o céu é a sua casa e a Terra é a sua pátria.
As ciganas não podem casar com não ciganos mas os ciganos podem casar com não ciganas.
Antes de casarem eles comem pão e sal; quando casam metem os presentes e moedas de ouro dentro de um tacho.
Quando os ciganos morrem queimam as coisas que pertencem ao morto. Fazem uma festa quando morre alguém.
A sua dança tradicional é o Flamengo espanhol.
As crianças ciganas começam muito cedo trabalhar. 

A floresta

Há muito, muito tempo, havia uma floresta abandonada na Índia.
Os meninos iam sempre brincar, na floresta; saltar à corda, escondidas, caça cola... Ficavam todos contentes!
Um dia, uns lenhadores fizeram a desflorestação da floresta e... As crianças, ficaram muito tristes! Não tinham as suas amigas árvores!
Os meninos fizeram um cartaz “Queremos as nossas amigas árvores...”
Os lenhadores fizeram a sua vontade, e semearam novas lindas árvores.
Passado algum tempo, as árvores nasceram e foram umas heroínas, porque deram mais vida e alegria àquela linda floresta.
As crianças, a floresta e os lenhadores ficaram felizes para sempre






O tesouro da ilha

No tempo em que os animais andavam de vassoura havia uma sereia alta e um pouco forte chamada Beatriz.
A ilha onde ela morava era longe de Portugal e tinha apenas uma casa, a sua.
Ela tinha uma missão que era encontrar um tesouro, mas tinha quarenta tartarugas a guardá-lo. Precisava fantasiar-se de tartaruga, para poder passar despercebida.
Esse tesouro estava no rio encantado. Ele era brilhante e tinha milhares de algas.
A sereia tinha um amigo sábio e pediu-lhe ajuda. Solicitou-lhe que lhe arranjasse um fato de tartaruga.
Ele arranjou-lho.
Usou o disfarce e foi lá.
Viu as tartarugas e juntou-se a elas. Distraiu-as e foi buscar o tesouro e abriu-o. Viu uma nota e tirou-a de lá.
Foi para casa e comprou um vestido vermelho. Usou-o para ir ter com o seu namorado.
E agora…vamos embora, que está na hora de acabar a história.

A felicidade da Amélia

Há muitos, muitos anos, existia uma menina de cabelos loiros e encaracolada chamada Amélia. Ela morava numa torre situada na Lua. Essa torre era preta e tinha círculos vermelhos centrados.
Um dia, foi dar um passeio com o seu pai. Brincou, saltou e…olhou para um lado, olhou para o outro, e tudo o que viu era apenas árvores. Começou a chamar o seu pai:
- Pai! Pai, aparece! Papá! Papaaaaá!
A menina, coitada, começou a chorar.
A Amélia ficou assustada. Apesar de saber que havia um enorme e mau extraterrestre, a guardar a Lua, ela gritou:
- Papaaaaaaaaaaà!
Foi para casa.
Inesperadamente, ocorreu-lhe uma ideia:
-Tenho que encontrar o meu papá! Mas como? Já sei, o gingante gigantone ajuda-me!
Foi a sua casa e perguntou-lhe:
- Gigante gigantone ajudas-me a encontrar o meu papá!
- Claro!
-Procuraram e encontraram-no atrás se uma oliveira. Ficaram todos felizes.
O extraterestre, furioso, deitou bolinhas de sabão extra maldosas nas suas mentes mas os três mataram-no.
A Amélia acordou e descobriu que tudo não passava de um sonho.
E foram felizes para sempre!

Pedro e Inês de Castro

D. Pedro era casado com a bela Constança, que tinha uma aia, Inês de Castro.
Pedro não gostava da bela Constança, mas sim de Inês de Castro.
D. Afonso IV era o pai de Pedro que lhe mandara casar com Constança.
Mas, um dia a Constança morreu.
D. Pedro casou com Inês e tiveram 4 filhos.
Pedro teve de partir, deixando Inês e os filhos por motivos importantes.
D. Afonso IV matou Inês.
Quando Pedro voltou viu sua amada estendida no chão.
Mandou construir 2 túmulos no mosteiro de Alcobaça.
Quando Pedro também morreu, os amados ficaram frente a frente nos dois túmulos!