quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O regresso de Ulisses


Ulisses estava enganado. A ilha não era deserta. Os marinheiros estavam em pânico. Ulisses tentou acalma-los. Mas eles encheram-se de coragem e foram descobrir que a ilha  era cheia de plantas e animais fofinhos e risonhos. De repente, Ulisses olhou para trás e… viu um gigante, muitos gigantes.
Ulissses pediu-lhes para se acalmarem e, em recompensa, dava-lhes tudo o que quisessem.
- Bem, a mim tanto me faz… o que é que me dás? – Perguntou um gigante.
- Dou-te o meu navio, os meus marinheiros…
- Capitão…capitão, não nos abandones! – Diziam os marinheiros.
- Tenham calma, tenham calma. Escondam-se que vamos jogar á caça-caça.
Os gigantes concordaram.
Mas, Ulisses era esperto e logo de seguida fugiu com os marinheiros.
Chegaram à sua ilha – Ítaca. Finalmente conseguiram lá chegar e entregar a rainha Helena.
- Obrigada, Ulisses, és o meu herói!
- E tua a minha rainha!
E assim, Ulisses e Helena ganharam a luta e ficaram juntos.

 


Inês Oliveira Moreira

Uma História de Natal

Uma história de Natal

Era uma vez uma família muito carinhosa. A mãe era a Olívia, o pai o Cristóvão, o Joel era o mais velho, depois era a Maria, a Margarida e a Leonor, a mais novinha. Os seis preparavam as decorações de Natal, cada um com seus gostos!
No dia 22 de dezembro a família já tinha a árvore pronta, só faltava…
- Mãe falta qualquer coisa, mas não sei bem o quê…
- A Margarida tem razão, será…
- É o presépio! – Dizia a Leonor excitadíssima.
- Falta mais uma coisa…
A Maria sabia o que faltava e desafiou os outros para ver quem saberia.
- O que faltará? – questionava a Leonor.
- Será…, já sei, é a neve! Sem neve não há Natal, pelo menos o verdadeiro. – Disseram em coro.
E todos ficaram tristes pensando que não haveria Natal.
Passou o dia 23. Chegou o 24 e todos foram há janela para ver se nevava. Ouviu-se um choro que a todos tocou.
Mas eles não desistiram; a magia do Natal iria fazer com que a neve caísse o mais branca possível.
E assim foi, o Pai Natal concretizou o desejo dos nossos amigos.
A Maria recebeu uma “ Nanci ”, a Leonor uma “ Barbi “, o Joel uma Playstation, a Margarida um computador, a mãe Olívia um DVD e o pai Cristóvão uma mota.
Todos ficaram contentes pelas prendas e pelo desejo de cair neve no dia de Natal.
E sabem o que eu tive, um telemóvel, umas meias, bombons, uma roupa e um robe. Não desejei neve porque aqui, em Penafiel, é raro nevar, mas não faz mal.
Vitória, vitória acabou-se a minha história!

Inês Oliveira Moreira

O problema do Filipe

Introdução

Os meninos pequeninos, só porque são pequenos, têm a mania de fazer beicinho!
Às vezes, até que são fofos mas, quando são insuportáveis, não gosto que ponham a culpa em mim, quando um pequeno faz asneira.
Não me importa que sejam mimados, insuportáveis, só quero sossego!



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1º Capítulo
Um dia, já o Filipe era nascido, a D. Patrícia quis ter outro filho.
Pediu muito ao Sr. Manuel, mas ele disse que o Filipe e a Maria chegavam.
- Mas, Manuel, eu adoro crianças!
- Eu também gosto Patrícia, mas o Filipe é muito mimado para aceitar ter outro irmão.
- Manuel, eu sei disso, mas a Maria anda-me sempre a falar disto, coitadinha!
- Os dois são totalmente diferentes, toda a gente tem diferentes opiniões e gostos, Manuel! Somos uma família, sei que te importas com o gosto do Filipe! Mas a Maria é uma criança que também adora crianças. Sabias?
Por causa dos mimados como o Filipe a família está sempre a discutir!


2º Capítulo

A Maria chegou da escola e perguntou à mãe se tinha falado com o papá.
- Maria, o teu papá é muito teimoso. Vai ser complicado para ele aceitar que eu quero ter um filho e tu queres ter um irmão!
O Filipe chegou do infantário e foi perguntar ao pai:
- Pai, já falou com a mamã?
-Já lhe disse que tu não queres ter outro irmão. Mas a tua irmã quer, por isso, vais ter que aceitar.
O Filipe foi para o seu quarto e a Maria foi pedir ao seu pai:
- Papá, eu quero um irmão!
- Já decidi….
- Mas…
-Eu deixo teres um irmão!
-Obrigada, papá!
A Maria foi fazer os TPC.
- Eu aceito ter um irmão! - disse o Filipe.
Ele fez-se de pensativo, ou seja, de maior!
3º Capítulo

Tiveram um irmão!
Era uma menina, chamada Inês.
Cresceu, foi criticada, pelo seu aspeto físico mas foi boa aluna.
No fim, quis ser juíza!
A Maria quis ser arquiteta. Também foi uma boa aluna e muito elegante. Já o Filipe quis ser professor. Era um rapaz totalmente diferente de quando era pequeno e também foi bom aluno e gordo.
As duas casaram e tiveram filhos. O Filipe também já casou, mas é estéril.
A D. Patrícia e o Sr. Manuel ainda estão vivos e o seu amor ainda não está separado.

Vitória, vitória, acabou-se a história!

O mistério do tesouro

Era uma vez um rei que não era alto nem baixo, não era gordo nem magro. Ele era alentejano. Era um bom rei que adorava a sua família. Era humilde, sincero…
Ah! Ele chamava-se Daniel.
O Daniel vivia num castelo assombrado e com muitos animais. O castelo era cinzento claro com caveiras. Assustador!
Numa manhã de Agosto, estava um sol dourado e o rei Daniel encontrou um mapa de tesouro que ficava num rio situado em Penafiel. Dava pelo nome de Encantado.
O rei tinha uma serpente no castelo que não o deixava ir à procura do tesouro e um cão que o deixava ir. A serpente roubou o tesouro e escondeu-o no Porto. O cão farejou tudo mas não encontrou o tesouro.
Um dia, o Daniel foi ao Porto e encontrou a serpente com jóias. Ficou desconfiado e pediu ao cão que farejasse, mesmo ali.
- Ão, ão,…
A serpente fugiu assustadíssima!
O Daniel e o cão encontraram o tesouro, venderam-no e deram às pessoas pobres o dinheiro.
Ficaram todos contentes!
Vitória, vitória, acabou a minha história.





Inês Oliveira
13.06.2011